Fibra Óptica na RCTS – um salto em Banda Larga

COMUNICADO DE IMPRENSA conjunto UMIC/FCCN

Fibra Óptica na RCTS - um salto em Banda Larga
Fibra Óptica na RCTS – um salto em Banda Larga

Adjudicação

O concurso público internacional, lançado pela FCCN em finais de Abril , para “Aquisição de um cabo de fibra óptica” foi adjudicado à Refer Telecom, Serviços de Telecomunicações, S.A. Nesta sequência, foi celebrado, entre as partes em presença, um contrato cujo objecto se consubstancia, designadamente, na venda por parte desta porno gay última de um cabo de fibra óptica devidamente instalado, fornecimento de serviços de manutenção e de alojamento de equipamento, assim como direitos de passagem nas condições contratualmente definidas.

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Abertura de Propostas

O acto público realizou-se no passado dia 15 de Junho, tendo sido apresentadas e admitidas as videos de maduras propostas submetidas pela Refer Telecom, Serviços de Telecomunicações, S.A., e PT Comunicações, S.A.

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Enquadramento

O presente concurso, foi lançado no âmbito da Iniciativa Nacional para a Banda Larga promovida pela Unidade de Missão Inovação e Conhecimento (UMIC) – parte integrante do Plano de Acção para a Sociedade da Informação.

Esta iniciativa é claramente pioneira na história da rede académica nacional, proporcionando como lembra Diogo Vasconcelos, gestor da UMIC “uma aposta inequivoca na Inovação e no Conhecimento por parte deste Governo”. Na realidade, vai “criar-se de raiz uma verdadeira auto-estrada digital, que proporcionará rapidez e qualidade impares no acesso à internet, hoje lesbianas follando fundamentais para o ensino e para a investigação. Em termos de velocidade, a nova rede académica, assente em fibra óptica, vai colocar-nos a par das nações mais desenvolvidas do mundo”. Para Pedro Veiga, por parte da FCCN, este é um “passo à frente na estratégia de dotar as universidade de um acesso tecnologicamente moderno”.

A disponibilização de uma infra-estrutura deste tipo vai permitir alavancar outros projectos governamentais já em curso, tais como a iniciativa e-U (Campus Virtuais) e a b-on (Biblioteca do Conhecimento Online) lançada recentemente pelo Primeiro-Ministro. As instituições passarão a ter acessos mais rápidos e a possibilidade de aumentar drasticamente o culonas xxx seu tráfego sem ver a rede congestionada. Este é mais um grande passo no sentido de dotar as instituições de Investigação e Desenvolvimento e de Ensino Superior dos meios mais avançados para desenvolver a sua actividade, que se reveste da maior importância para o desenvolvimento do País.

Os resultados esperados para este concurso irão permitir dar um grande passo para a nova geração tecnológica da rede académica portuguesa, vindo, designadamente, a funcionar como base de desenvolvimento de ligações para outros locais, o que permitirá disponibilizar débitos muito mais elevados do que os que actualmente são garantidos às entidades utilizadoras. Nesta fase inicial ficarão ligadas as maiores Universidades portuguesas o que catapultará os nossos investigadores e enanas alunos do ensino superior para a primeira linha dos desafios da sociedade da informação e do conhecimento.

Com o aumento de largura de banda que será possível através da ligação em fibra óptica, os investigadores nacionais poderão também desfrutar da rede GÉANT, a rede de investigação e de ensino europeia, uma infra-estrutura financiada pela União Europeia e que é apontada pelo Comissãrio Likannen como um dos mais importantes projectos financiados pelo 5º Programa Quadro de Investigação da União Europeia e do qual a FCCN é o parceiro nacional.

Esta opção tecnológica está associada às necessidades de elevada largura de banda e à possibilidade de transmissão de dados simultaneamente em vários canais, traduzindo-se, desta forma, numa aposta que se considera estratégica nesta área. A FCCN continua neste pressuposto a abraçar os desafios tecnológicos e os requisitos dos seus utlizadores, tendo em vista acompanhar o nível de desenvolvimento tecnológico e os respectivos padrões de qualidade de entidades congéneres. Para a UMIC, este passo faz parte “do profundo empenho do Governo em mudar o modelo de desenvolvimento do nosso País: trata-se de apostar numa Sociedade e numa Economia assentes no Conhecimento. Isso passa, entre outros aspectos, por cumprir os objectivos de massificação de acesso previstas na Iniciativa Nacional para a Banda Larga”

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Topologia da RCTS com as principais ligações assinaladas

Topologia da RCTS com as principais ligações assinaladas
Topologia da RCTS com as principais ligações assinaladas

A RCTS é a rede de investigação e ensino nacional (National Research and Education Network, NREN) e, à semelhança do que acontece em todos os países europeus, fornece a esta comunidade uma plataforma de comunicação para que os investigadores, professores e alunos portugueses tenham acesso a uma rede privativa e específica para fazer face às exigentes necessidades desta comunidade.

A RCTS caracteriza-se pelo facto de ser uma rede de alto desempenho para as instituições com maiores requisitos de comunicações, nomeadamente, Universidades, Laboratórios de Estado, Institutos Politécnicos, constituindo-se assim como uma plataforma de experimentação para aplicações e serviços avançados de comunicações.

Trata-se de uma rede informática que utiliza o protocolo IP para garantir uma plataforma de comunicação e colaboração entre as instituições do sistema de ensino, ciência, tecnologia e cultura. A Rede tem-se constituido igualmente como uma infra-estrutura de experimentação para aplicações e serviços avançados de comunicações.

Quanto à respectiva topologia, a RCTS é composta por dois nós principais, um em Lisboa e outro no Porto, aos quais se ligam as instituições acima referidas. É também nestes dois nós que se liga a rede das escolas, através de ligações agregadoras de alto débito e redundantes entre si.

As principais tecnologias utilizadas nas ligações entre as instituições mencionadas e a RCTS são: a tecnologia Ethernet ponto-a-ponto a 10Mbit/s, 100Mbit/s e 1Gbit/s, para acessos iguais ou superiores a 10Mbit/s, e VPN-IP com acessos através de Circuitos Dedicados para os acessos com débitos inferiores.

CERT® – Computer Emergency Response Team -, é a designação dada a uma entidade cuja actividade se centra, em exclusivo, na prestação de um conjunto de serviços de segurança em computadores e/ou redes informáticas. Duas das características fundamentais de um CERT são o facto deste prestar o serviço de tratamento e resposta a incidentes de segurança tendo, em simultâneo, um âmbito de actuação e uma autoridade claramente definidos.O CERT.PT® é membro, desde Setembro de 2002, do CSIRT’s, tendo sido já acreditado junto desta mesma entidade em Maio de 2004.

O CERT.PT, cujo âmbito de actuação é restrito à comunidade utilizadora da RCTS – Rede Ciência, Tecnologia e Sociedade, tem como missão central:

Prestar apoio a utilizadores de sistemas informáticos na resolução de incidentes de segurança, aconselhando procedimentos, analisando artefactos e coordenando acções com as entidades envolvidas;
Reunir e disseminar um conjunto de informação autoritativa sobre vulnerabilidades e recomendações referentes a potenciais riscos de segurança e actividades maliciosas em curso;
Receber, de fontes acreditadas, informação relacionada com novas vulnerabilidades de segurança, e actuar junto da comunidade no sentido de minimizar danos a nível nacional;
Incentivar a criação de novos CERT em Portugal e a formação de consciência junto dos utilizadores de sistemas informáticos para a problemática da segurança informática.
Enquadramento na RCTS

O Internet Protocol versao 4 – IPv4 – é o protocolo de rede mais usado no mundo, e em particular na rede academica portuguesa. Este protocolo notabilizou-se nos últimos anos pela sua elevada utilização, devido principalmente à sua principal característica, a flexibilidade.

O advento da WEB foi o grande potenciador da utilização deste protocolo, porém a vasta gama de aplicações que funciona sobre ele é a sua grande força motriz. Hoje em dia, mesmo o sistema de telefones a nível mundial começa a sofrer a concorrência de sistemas
baseados em IP.

A rede gerida pela FCCN dispõe de boa conectividade para qualquer rede IPv4 no mundo, atraves do projecto GEANT que é servido por ligações dedicadas a outras redes academicas mundiais, e pelas redes globais (tier-1) da Telia e da GlobalCrossing. Localmente, o Gigapix é a plataforma de troca de tráfego nacional que assegura o caminho mais curto da rede académica para todos os Internet Service Providers (ISPs) nacionais.

O serviço CDN (Content Delivery Network) implementa uma rede baseada num conjunto de servidores de vídeo. Cada instituição instala e configura um servidor de vídeo, o qual, é interligado com o servidor central da RCTS, o qual, será utilizado pelo resto da comunidade académica e Internet diminuindo a largura de banda e os requisitos técnicos, aumentando simultaneamente a segurança, a fiabilidade e a facilidade de difusão de eventos.

Tecnologias Suportadas
A rede CDN da RCTS é suportada nas tecnologias:

Windows Media Services;
OpenCDN (Darwin).
A soluçao Windows Media baseia-se em referências estáticas (canais) para uso por parte das instituições. A solução OpenCDN implementa uma rede dinâmica de referências estando integrada a nível Europeu.

Requisição do Serviço
Para requisitar este serviço deve enviar um email para servico-. Ao solicitar o serviço deve indicar qual a tecnologia pretendida e o espaço necessário de armazenamento para os respectivo conteúdo.

Documentos técnicos

Documentos técnicos
Documentos técnicos

Termos e Condições de Utilização do serviço de mobilidade e-U Campus Virtual (Versão DOC | Versão PDF)
Este documento define os termos e condições de utilização da infraestrutura wireless e-U, para todos os intervenientes no processo de mobilidade . Para cada interveniente são definidas as suas obrigações, responsabilidades bem como os seus direitos. A adesão ao serviço de mobilidade e-U pressupõe a prévia assinatura e envio deste documento à FCCN seguido de um conjunto de testes de conformidade realizados no local. IMPORTANTE: A versão integral deste documento deve ser enviada em duas vias preenchidas, devidamente rubricadas e assinadas.
Modelo de Produção de Estatísticas v1.2
Modelo funcional para a produção, consolidação e disponibilização central de estatísticas de utilização da rede e-U. No pacote é fornecido um mecanísmo de síntese para a produção das referidas estatísticas compatível com o output do Radiator e FreeRadius. É igualmente disponibilizado um interface de integração para soluções de radius IAS e ACS.
Créditos: Sérgio do Vale, Instituto Politécnico de Bragança
Última actualização: Fevereiro 2006
Manual de instalação do weathermap nas instituições
Este documeto descreve os principios basicos e o modelo adoptado para a implementação do serviço de monitorização da rede e-U, bem como os passos a seguir para a instalação e configuração do mesmo.

Cookbook linux e-U
Este documento é um tutorial de configuração do sistema operativo Linux (Fedora Core 4) para operar na rede e-U.

Arquitectura de roaming nacional
Este documento descreve sucintamente a solução adoptada para mobilidade nacional de alunos e professores entre os vários campos e-U, nomeadamente a tecnologia 802.1x/EAP e a infra-estrutura nacional de servidores de autenticação.

Boas práticas e-U (aspectos de implementação)
Este documento apresenta um conjunto definições que deve ser comum a todos os hotspot e-U de forma a facilitar/garantir a mobilidade de utilizadores: standardização dos SSID, canais rádio a não utilizar e endereçamento IP.

Servidor de autenticação FreeRADIUS em Linux
Este documeto descreve a instalação e configuração de um servidor de autenticação FreeRADIUS baseado em sistema operativo Linux.

Servidor de autenticação RADIATOR em Linux
Este documento descreve a instalação e configuração de um servidor de autenticação RADIATOR baseado em sistema operativo Linux.

Servidor de autenticação IAS em Windows 2003 Server
Este documeto descreve a instalação e configuração de um servidor de autenticação IAS baseado em sistema operativo Windows 2003 server.

Configuração do servidor Web/DHCP/DNS na rede guest
Este documento descreve uma configuração possível, baseada em Linux, para o servidor previsto na rede guest (SSID: guest-e-U) e que comtempla os serviços DHCP, DNS e Web.

Cookbook Cisco |Material de Apoio| Memória descritiva
Este documento contêm toda a informação necessária para a implementação de um hotspot wireless baseado em equipamento Cisco.
Última actualização: Dezembro 2004
Cookbook Enterasys |Material de Apoio | Memória descritiva
Este documento contêm toda a informação necessária para a implementação de um hotspot wireless baseado em equipamento Enterasys.
Última actualização: Dezembro 2004
Cookbook HP |Material de Apoio | Memória descritiva
Este documento contêm toda a informação necessária para a implementação de um hotspot wireless baseado em equipamento HP.
Última actualização: Dezembro 2004
Descrição da solução Alcatel | Cookbook Alcatel | Memória descritiva
Estes documentos contêm toda a informação necessária para a implementação de um hotspot wireless baseado em equipamento Alcatel.
Última actualização: Novembro 2004
Testes de conformidade para Access Points | AccessPoint’s compliance tests
Estes documentos contêm a informação necessária para construção de uma tesbed e aplicação dos testes de compatibilidade aos equipamentos de acesso (Access Points). Estes testes visam garantir que os equipamentos cumprem todos os requisitos necessários para a sua utilização num hotspot e-U. O principal objectivo é permitir aos fabricantes a aplicação dos testes nos seus laboratórios com o fim de garantir um programa de certificação mais célere e eficaz.
NOTA: Os equipamentos testados com sucesso não dispensam a aplicação dos mesmos testes na testbed da FCCN.

Última actualização: Maio de 2005

Tecnologia

Tecnologia
Tecnologia

1. Introdução ao wlan

Em 1997, o Institute of Electronical and Electrical Engineers (IEEE) ratificou a especificação da norma 802.11, base da tecnologia WLAN. A norma 802.11 usa a gama de frequências 2.4GHz e define dois tipos (incompatíveis) de modulação spread spectrum: o Direct Sequence Spread Spectrum (DSSS), que divide a gama em 14 bandas (canais) de 22MHz, que se sobrepõem a nível de frequências laterais, e a modulação Frequency Hopping Spread Spectrum (FHSS), em que a comunicação utiliza à vez 75 subcanais de 1 MHz, na frequência dos 2.4GHz.

A norma 802.11 define três componentes básicos: estação, i.e., um elemento de rede móvel; Access Point (AP), i.e., um elemento de rede que efectua bridging entre a infraestrutura cablada e o meio sem fios, e ainda um porto, i.e., uma associação entre uma estação e um AP. Além dos três componentes básicos, a norma define também dois tipos de operação: ad-hoc , onde os dispositivos móveis comunicam entre si, sem necessidade de um ponto central de associação que “controle” a comunicação, e modo de infraestrutura, onde todos os dispositivos móveis têm de estabelecer comunicação com um AP.

Devido a alguns problemas de desenho da norma e ao próprio desenvolvimento da modulação spread spectrum, surgiu em 1999 a norma 802.11b, que usa apenas a modulação DSSS. Esta norma, geralmente referida como Wi-Fi (Wireless Fidelity) define a camada física e a camada media access control (MAC) para comunicações numa rede local sem fios e partilhada. Ao nível físico, a norma 802.11b tem como base a gama de frequências de rádio dos 2.4GHz (2400-2500MHz), atingindo uma taxa de transmissão máxima de 11Mb/s. Ao nível MAC, o tráfego do meio rádio é controlado através das regras da norma Carrier Sense Multiple Access with Collision Avoidance (CSMA/CA). A camada MAC integra ainda mecanismos básicos de controlo de acessos e de autenticação, que actualmente e por si só se revelam ineficazes:
Radio Server Set Identification, SSID. Trata-se de um mecanismo básico de segurança que permite identificar unicamente um AP. Caso o cliente não configure o SSID a usar, poderá ter acesso a qualquer AP dentro do seu alcance.
Wired Equivalent Privacy, WEP. O algoritmo WEP, que usa cifra com chave partilhada, foi criado para impedir eavesdropping, i.e., escuta ilegal das comunicações, assim como acessos não autorizados. No entanto, a tecnologia de cifra usada – algoritmo RC4 – é bastante vulnerável a ataques. O WEP não fornece assim uma solução viável de privacidade.
Controlo através de listas de MAC. Cada cliente móvel – placa wireless – é identificado por um endereço (MAC) único. Assim, é possível efectuar autorização de clientes tendo como base listas de MACs. No entanto, esta é uma solução viável apenas para um pequeno número de utilizadores, a ser utilizada, por exemplo, numa zona de acessos “desprotegida”.
Além da norma 802.11b, integram também a tecnologia WLAN as normas 802.11a (gama de frequências 5GHz, débito máximo de 54Mb/s) e a 802.11G (2.4GHz, débito máximo de 54Mb/s). Devido à modulação utilizada na norma 802.11b ser do tipo DSSS, a gama de frequências encontra-se dividida em 14 canais básicos. Dependendo da localização geográfica, o número de canais utilizáveis varia: nos EUA, o número de canais é de 11, na Europa, exceptuando a França (que apenas usa 4 canais), o número de canais é de 13, e no Japão usam-se os 14 canais. Devido à sobreposição das frequências laterais dos canais, a gama dos 2.4GHz tem apenas espaço para quatro canais completos (no caso da Europa).

A maioria do equipamento actualmente existente no mercado provém de um pequeno número de fabricantes, o que facilita a futura integração de normas: diferentes fornecedores usam, na sua maioria, equipamento dos mesmos fabricantes, sob diferente nomenclatura. Existe também uma entidade – Wireless Ethernet Compatibility Alliance (WECA) – que tem como principal objectivo efectuar testes de interoperabilidade entre uma lista que actualmente ronda os 30 fabricantes. A WECA tem vindo a ajudar ao rápido desenvolvimento de equipamento WLAN facilmente integrável e com suporte para normas que vão sendo desenvolvidas, dado que regulamenta equipamento que vai sendo disponibilizado no mercado.

A tecnologia WLAN apresenta algumas vulnerabilidades. O fácil acesso ao meio rádio, assim como a ineficácia dos mecanismos de controlo de acessos ou de autenticação que a norma 802.11b integra, permitem facilmente um dos seguintes tipos de ataque:
Eavesdropping: facilidade com que se consegue escutar uma conversação, quer em tempo real, quer mesmo guardando os dados para uma posterior análise, faz com que este seja um dos ataques mais facilmente perpetráveis em WLANs, quer ao nível de rádio (MAC), ou ao nível IP.
Denial of Service (DoS): as tecnologias WLAN são vulneráveis a ataques de serviço que podem actuar quer a nível físico (rádio), quer ao nível de ligação (MAC). Os ataques realizados ao nível físico, onde se incluem a criação inadvertida de redes ad-hoc, são praticamente impossiveis de evitar e são as que causam maiores danos.

Existem algumas abordagens para ultrapassar os problemas de segurança da tecnologia WLAN, nomeadamente para a confidencialidade da comunicação e o acesso autorizado ao este meio. Estas abordagens podem ser agrupadas da seguinte forma:

IEEE 802.1x/EAP – o 802.1x define diferentes mecanismos de transporte seguro das credenciais dos utilizadores até um servidor de autenticação. O acesso (nível de ligação) é permitido unicamente após autorização de um servidor de autenticação. A grande vantagem desta tecnologia é a de permitir a integração de diferentes protocolos de autenticação Extensible Authentication Protocol (EAP), arquitectura que se encontra actualmente em desenvolvimento pelo grupo EAP da Internet Engineering Task Force (IETF).
Com 802.1x/EAP, e para que um cliente tenha acesso autorizado aos recursos da rede, é necessário validar as suas credenciais. Para este processo de autenticação existem 3 peças funcionais: Um suplicante (software cliente) instalado no PC, os APs funcionam como autenticadores e um servidor de autenticação comum aos vários APs. O suplicante envia as credênciais do utilizador para o autenticador (AP); este redirecciona o pedido para o servidor de autenticação; O servidor de autenticação confirma a validade das credênciais numa tabela local em base de dados externa (eg. LDAP) e devolve uma resposta ao autenticador; em caso de autenticação sucedida o autenticador deixa o suplicante estabelecer ligação consigo (AP).

VPNs – A tecnologia VPN é actualmente reconhecida como a norma usada de facto para fornecer privacidade de dados em transmissões IP efectuadas sobre infraestruturas públicas. A tecnologia VPN pode ser aplicada a WLANs de um modo semelhante ao efectuado em infraestruturas cabladas para fornecer acesso remoto: para suportar WLANs, existe normalmente uma gateway VPN (nível IP) que se encontra acessível aos clientes WLAN. Estes, por sua vez, têm instalado um software cliente VPN, que permitirá a criação de túneis cifrados entre cliente e gateway. O gateway após validar as credênciais do utilizador permite o tráfego deste para fora da ilha Wlan.

Solução de autenticação baseada em portal WEB – Outra hipótese para fornecer autenticação é a utilização de uma gateway (nível 3 OSI) entre uma rede WLAN e a rede local, que funciona como um controlador de acessos. A gateway intercepta todo o tráfego, e aceita apenas tráfego autorizado (por exemplo, SSL, ou HTTPS). Do lado do cliente apenas é necessário abrir um browser , que automaticamente redirecciona o cliente para uma página onde este poderá introduzir as credenciais, ou onde será efectuado um novo registo. Após validação num servidor de autenticação, e caso as credenciais sejam aceites, o utilizador terá acesso aos recursos permitidos. A negociação das credenciais é protegida por um túnel SSL.
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2. Estado da arte

Hierarquia europeia de roaming

Fig. 1 – Hierarquia europeia de roaming 802.1x .

Em 1997, o Institute of Electronical and Electrical Engineers (IEEE) ratificou a especificação da norma 802.11, base da tecnologia WLAN. No entanto, só nos últimos três anos, com o aparecimento dos primeiros equipamentos a preços reduzidos, vemos a popularidade desta tecnologia crescer exponencialmente.

Actualmente existem vários standards derivados do 802.11 inicial que funciona na gama de frequências dos 2.4GHz e a uma velocidade entre 1 e 2 Mbps. São eles: o 802.11a que possibilita entre 6 e 54Mbps e funciona na gama de frequências dos 5GHz com modulação OFDM; o 802.11b que é uma extensão ao DSSS original para funcionar a 5.5 e 11Mbps; e mais recentemente o 802.11g que é uma melhoria da norma (b) e que usa CCK e OFDM para proporcionar até 54Mbps na gama do 2.4GHz.

O IEEE encontra-se actualmente a trabalhar no desenvolvimento de uma norma de segurança (802.11i) que pretende eliminar as vulnerabilidades existentes no WEP e uma norma para Qualidade de Serviço (802.11e) em redes 802.11, essencial por se tratar de um meio partilhado de comunicação.

Pelo facto de a segurança das redes wireless ser um factor crítico, o Wi-Fi Alliance, associação de fabricantes que visa a interoperabilidade de equipamentos, não quis esperar pelo fim dos trabalhos no 802.11i e especificou e implementou um sub-set deste conhecido por WPA (Wi-Fi Protected Access).

Não sendo uma tecnologia exclusiva do meio wireless, o IEEE 802.1x é muita vezes associado a redes wireless. o IEEE 802.1x – Port Based Network Access Control Protocol, é uma plataforma de autenticação ao nível 2 da pilha OSI aplicável quer ao meio wired, quer ao meio wireless. Este standard usa o protocolo Extensible Authentication Protocol (EAP, RFC 2284) para transporte das credênciais de um utilizador entre o seu dispositivo WLAN e um servidor de autenticação (eg. servidor RADIUS). A autenticação bem sucedida habilita o utilizador a comunicar (ainda em nível 2) para além do Access Point ou switch ethernet, ié ter acesso à infraestrutura de rede.

No campo da mobilidade, autenticação e autorização existem várias actividades em curso a nível internacional. A TERENA patrocina dois grupos de trabalho nesta área, nomeadamente a TF-Mobility e a TF-AACE . Um dos objectivos destes grupos de trabalho é a colaboração, à escala europeia, no desenho de soluções interoperáveis e recomendações.

Na componente de acesso à rede, existem 3 soluções funcionais em ambiente local (Web redirect access, VPN e 802.1x). Numa escala europeia, a criação de uma hierarquia de servidores de RADIUS foi a mais testada e serve as soluções 802.1x (Portugal, Holanda, Reino Unido, Croácia, Alemanha e Finlândia; ver fig. 1) e Web redirect access (Finalândia e Noruega). A interoperabilidade com soluções VPN (Suiça e Alemanha), com recurso à solução CASG , ainda precisa de ser validada.

No ambiente comercial, as operadoras de rede telefónica móvel são as mais activas no estudo de soluções de mobilidade para os seus utilizadores. O GSM consortium produziu recentemente um documento que aponta o 802.1x como solução de roaming dos seus clientes e o WLAN smart card consortium descreveu um modelo de utilização dos vulgares SIM-card em hotspots wireless.

e-U Campus virtual

e-U Campus virtual
e-U Campus virtual

e-U Campus Virtual é uma iniciativa integrada, lançada pela UMIC, e coordenada tecnicamente pela FCCN que envolve Serviços, Conteúdos, Aplicações e Rede de Comunicações Móveis (dentro e fora da Universidade) para estudantes e professores do Ensino Superior, que incentiva e facilita a produção, acesso e partilha de Conhecimento, e cujos principais objectivos são:
Fomentar a criação de serviços universitários “on-line”;
Produção e partilha de conteúdos académicos;
Criação de comunidades do Ensino Superior, com três componentes específicas:
Aposta na criação de Serviços e Conteúdos, disponíveis em qualquer hora, de qualquer lugar;
Massificação da utilização de computadores portáteis (“um para cada”, aluno/professor);
Acesso à Internet e Intranet fora e dentro da universidade.
No âmbito desta iniciativa, foram desenvolvidos 8 projectos piloto na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Universidade do Minho, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Universidade de Aveiro, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa (pólo de Lisboa), Instituto Politécnico de Portalegre e Universidade de Coimbra, com os objectivos de testar equipamentos e soluções de acesso a rede sem fios, sistemas de autenticação e autorização escaláveis a todo pais que permitam a mobilidade de alunos e professores entre os vários campi e-U e a integração destes com os sistemas de informação internos das instituições.

Actualmente através de um financiamento POSI, a FCCN pretende desenvolver actividades de I&D com vista a acompanhar a evolução das tecnologias WLAN, das soluções de mobilidade e soluções de autenticação e autorização integradas, procurando produzir recomendações, cookbooks, e informação técnica na prossecução da excelência da iniciativa Campus Virtual nomeadamente na sua componente de mobilidade entre hotspots e-U e entre estes e soluções comerciais.

Projecto Estúdios

Projecto EstúdiosIntrodução e enquadramento

A Internet tornou-se na infra-estrutura de telecomunicações por excelência. Com o advento da banda larga, com os avanços tecnológicos em termos de capacidade de processamento e de dados foram possibilitadas tecnologias que permitem a interacção entre diversos utilizadores em tempo real a grande distancia a um baixo custo.
A FCCN – Fundação para a Computação Científica Nacional, desde 1996, tem vindo a prestar junto da comunidade académica portuguesa um conjunto de serviços de banda larga no âmbito do áudio e do vídeo através da implementação de sistemas difusão de vídeo. A infra-estrutura e a experiência acumulada aliada às recorrentes manifestações de interesse por parte das universidades e grupos de investigação, levam a FCCN a pretender investigar as implicações de utilização desta tecnologia como suporte para a realização de ensino à distância, apoio à investigação e actos administrativos típicos das entidades de ensino superior.

Os sistemas de video-conferência permitem, de uma forma prática e eficaz a realização de eventos entre múltiplas pessoas permitindo um aumento na eficiência e diminuição de custos e tempo. A FCCN poderá assim rentabilizar a sua infra-estrutura já existente através de experiências de campo com um conjunto de entidades piloto, que valide as premissas de partida e que permita detectar e estudar as principais barreiras e dificuldades na sua adopção. O projecto Estúdios financiado pelo POSI, pretende motivar e divulgar a investigação de técnicas e tecnologias relacionadas com a video-conferência, através da montagem de um conjunto de Estúdios em instituições de ensino superior, e a sua utilização regular em actividades como o ensino à distancia ou provas académicas, de forma a testar e validar os diversos cenários propostos.

Com este financiamento, a FCCN pretende adquirir equipamento audiovisual para montagem dos Estúdios, o qual será fornecido em regime de comodato a um conjunto de instituições piloto.
Objectivos

Os objectivos do projecto Estúdios são conseguidos através da implementação de um conjunto de Estúdios dotados dos meios audiovisuais que permitem uma utilização multifuncional, nomeadamente:
Reuniões em Videoconferência; Sessões de Ensino à Distância;
Produção de conteúdos de Vídeo; Auditório – Visionamento de Conteúdos de Alta Qualidade; e Experimentação nas áreas de video-conferência e video-difusão.

Função dos ESTÚDIOS

Alguma das funções acima descritas envolvem tecnologias bem distintas. Este capítulo descreve, de forma sucinta, cada uma das funções e tecnologias envolvidas. Para mais informação sobre os vários cenários e disposições da sala consulte o documento “ProjectoEstudios-DisposicoesDaSala”.
Reuniões em Video-conferência e Sessões de Ensino à Distância
As reuniões em vídeo-conferência e as sessões de ensino à distância serão realizadas sobre IP, utilizando a norma H.323. A tecnologia H.323 permite uma grande flexibilidade na realização de chamadas entre quaisquer terminais na rede, desde que os requisitos mínimos de débitos e perdas sejam respeitados.
Conhecendo já a mais valia obtida através desta tecnologia existem inúmeros projectos baseados em H.323, e em particular Europeu, que implementam redes de video-conferência regionais. Podem ser encontradas redes de grande sucesso em diversos países, existindo projectos em preparação em muitos outros.
Mais recentemente, deu-se o aparecimento de novas tecnologias, próximas do H.323, que têm tido grande aceitação. Entre estas destacam-se o SIP-Session Initiating Protocol, que tem tido uma crescente popularidade, e o ENUM que lida mais com as questões da integração dos vários sistemas de endereçamento. A integração destas com o H.323 é um aspecto a explorar neste projecto.
Produção de Conteúdos de Vídeo
O estúdio não deve ser visto apenas como um ponto de video-conferência mas também como um Estúdio de produção de vídeo. Este Estúdio deve permitir a captura e gravação de conteúdos com qualidade semi-profissional e a sua integração nos sistemas de vídeo-difusão e VOD (Vídeo on Demand) presentes na RCTS. A tecnologia actualmente utilizada pela FCCN para realizar streaming de vídeo baseia-se no software: Microsoft Windows Media Services. A integração da video-difusão com base em outras tecnologias será alvo de atenção durante o decorrer deste projecto.
Auditório – Visionamento de Conteúdos de Alta Qualidade
Todos os estúdios serão dotadas de sistemas de som e descodificação de alta qualidade que permitirão visionar os actuais streams de video de alta qualidade. Durante o projecto pretende-se participar a nível internacional em projectos como Opera Oberta (http://opera-oberta.liceubarcelona.com/), que permite a visualização de streams nos formatos MS-HDTV e MPEG2. O sistema é aberto (baseado em PC) e poderá ser integrado e adaptado a novas tecnologias.
Experimentação
O estúdio pretende que seja possível a exploração de várias tecnologias relacionadas com video-conferência e video-difusão, em particular o AcessGrid e a Video-conferência em 3D.
O AcessGrid é um projecto que permite a video-conferência sobre IP utilizando multicast. Tem como objectivo fornecer um ambiente de colaboração de grupos bastante rico e envolve grandes grupos de participantes com uma distribuição diversificada. Pretende-se que o Estúdio seja compatível com um nó de AcessGrid. Assim, será dotado de equipamento necessário para permitir a experimentação utilizando desta tecnologia.
A Video-conferência em 3D é possível através da utilização de uma tela polarizada e um posicionamento adequado das câmaras e projectores. É também necessário que os projectores se encontrem equipados com filtros polarizadores. O Estúdio pretende integrar o equipamento necessário para a exploração da videoconferência em 3D.
Outras tecnologias que se pretende explorar no Estúdio são o ConferenceXP, o VRVS, o VideoLan, o Windows Media, o QuickTime Pro, o Real Media, o Isabel e o DVTS.
Situação Actual

O projecto Estúdios foi dado como terminado em Março de 2006 tendo dado origem à Rede de Estúdios. Esta rede é constituida por 6 salas a nível nacional:

Biblioteca do conhecimento on-line

Biblioteca do conhecimento on-line
Biblioteca do conhecimento on-line

No âmbito do Plano de Acção para a Sociedade da Informação (aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 107/2003, de 12 de Agosto), o Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro, através da Unidade de Missão Inovação e Conhecimento (UMIC), e o Ministério da Ciência e do Ensino Superior, assumiram como prioridade de intervenção estratégica a generalização do acesso às publicações científicas internacionais em formato digital, englobando as instituições científicas, de ensino e de I&D nacionais.

Esta iniciativa visa possibilitar o acesso electrónico às principais fontes de conhecimento, abrangendo a maior parte das áreas científicas, e estimular as condições de acesso universal ao saber por parte da comunidade científica e académica, procurando gerar economias de escala e promovendo as condições de universalidade de acesso à produção científica. A b-on permite o acesso, em 2004, a mais de 3500 publicações electrónicas de seis editoras de referência internacional, nas principais áreas de investigação científica e académica.

Papel da FCCN

Programa Financiador

Ao abrigo do protocolo de colaboração, celebrado no início do ano de 2004, entre a UMIC e a FCCN, compete a esta última, para além da negociação e formalização dos contratos com as editoras das publicações disponibilizadas no âmbito do projecto – Elsevier; IEEE; Kluwer; SAGE; Springer e Wiley – toda a gestão técnica deste, sendo responsável pela infra-estrutura tecnológica de suporte ao funcionamento do portal b-on cabendo-lhe, designadamente:

Acompanhar os procedimentos necessários à permanente actualização e alteração dos conteúdos do portal;
Assegurar o regular funcionamento das ferramentas necessárias ao eficaz funcionamento deste;
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Recrutamento em Curso

Network Operations Engineers

Recrutamento em Curso
Recrutamento em Curso

DANTE is currently recruiting Network Operations Engineers who will be involved in the operation and development of the GÉANT2 network and associated network services.
DESENVOLVIMENTO MULTIMÉDIA

Para integrar equipa jovem e dinâmica com vários projectos em tecnologias multimédia, pretende-se recrutar recém-licenciado em Engenharia Informática ou similar. Como contrapartida oferecem-se bons condições de trabalho e remuneração compatível.

Serão valorizados conhecimentos comprovados nas seguintes tecnologias:
– Administração de Sistemas Operativos Windows e Linux;
– Programação para Web em PHP e MySQL;
– Videoconferência H.323;
– Videodifusão em tecnologias Microsoft, VideoLAN e Darwin;
– SIP e outros protocolos VoIP;
– Multicast IP;
– IP QoS.

Respostas até 15 de Setembro para
OPERAÇÃO E APOIO A UTILIZADORES

Para integrar equipa jovem e dinâmica em actividades de operação e apoio aos utilizadores de serviços de rede e apoio na operação de salas técnicas, pretende-se recrutar operador com bons conhecimentos de informática, preferencialmente com curso técnico-profissional, bacharelado ou licenciatura. Como contrapartida oferecem-se bons condições de trabalho e remuneração compatível.

Valorizam-se conhecimentos e, sobretudo, experiência comprovada nas seguintes áreas:
” Serviços de rede (Web, email, encaminhamento, adsl, etc)
” Sistemas operativos: Windows e Linux.
” Salas técnicas de servidores ou telecomunicações.
” Apoio a utilizadores de serviços de redes.
REDES DE COMUTAÇÃO IP

Para integrar equipa jovem e dinâmica em actividades de investigação e desenvolvimento em projectos relacionados com redes de elevado desempenho, pretende-se recrutar recém-licenciado em Engenharia Informática ou similar. Como contrapartida oferecem-se bons condições de trabalho e remuneração compatível.

Valorizam-se os conhecimentos e, se possível, experiência nas seguintes áreas:
– Conhecimentos de tecnologias IP e Ethernet (com QoS);
– Tecnologias AAI;
– Segurança e certificação digital;
– Paradigma da computação GRID;
– Experiência em projectos internacionais.
REDES DE COMUTAÇÃO E TRANSMISSÃO ÓPTICA

Para integrar equipa jovem e dinâmica em actividades de desenvolvimento de projectos de sistemas de comutação baseados em tecnologia óptica e desenvolvimento de serviços avançados de transmissão óptica, pretende-se recrutar recém-licenciado em Engenharia Informática ou similar. Como contrapartida oferecem-se bons condições de trabalho e remuneração compatível.

Valorizam-se os conhecimentos e, se possível, experiência comprovada nas seguintes áreas:
– Sistemas de transmissão e comutação óptica
– Conhecimentos de tecnologias IP e Ethernet (com QoS)
– Experiência em projectos internacionais.